Criado em Long Island, Nova Iorque, Mitch Dobrowner tornou-se viciado em fotografia no final de sua adolescência, sob grande influência dos fotógrafos Minor White e Ansel Adams. Especializou-se em fotografar paisagens ao ar livre, sobre o que ele diz:
“Paisagens são ecossistemas e ambientes vivos. Elas já existiam muito tempo antes e estarão aqui muito tempo depois de nós. Ao fotografar, o tempo e o espaço tornam-se difíceis de medir. Sempre que eu tiro uma foto de ‘qualidade’, eu simplesmente sei. Nestes momentos as coisas tornam-se quietas, parecem simples novamente – e eu crio um respeito e reverência pelo mundo que é difícil de comunicar com palavras. Para mim, estes momentos acontecem quando o ambiente exterior e o meu mundo interior combinam.”
Assim, para Mitch Dobrowner fotografar torna-se uma espécie de meditação e comunhão com o mundo. O tipo de atitude capaz de transformar a mera captura de imagens em verdadeira arte, como pode-se notar pelas fotografias selecionadas abaixo.
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Meissner,
As condições atmosféricas das fotos,tem uma participação essencial para sentir-se o Tempo e a Evolução espacial na dinâmica envolvente.
Paisagens vivas estas,que os deuses habitam e os Homens ainda não nasceram…
Abraço amigo,
joao
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